Novo Mercedes Classe C já tem data de chegada


O Mercedes-Benz Classe C estará à venda no mercado português a partir do próximo dia 29 de Março.
Disponível nas linhas de equipamento Avantgarde, Elegance e Classic, todos os modelos têm em comum o sistema Agility Control que garante um amortecimento adaptável à situação de condução e às condições da estrada.
O novo Classe C estará disponível de série, com mais equipamento e a um preço mais competitivo. É o caso da versão 220 CDi, disponível com um preço 2% inferior ao da geração actual. Nesta fase de lançamento a gama será estruturada do seguinte modo:

C 220 CDI 47.875,08 €
C 320 CDI 67.480,85 €
C 200 K 42.989,67 €
C 280 60.072,75 €
C 350 76.180,18 €
retirado de Autohoje

Honda Civic Type-R

Nervos de aço


É porventura o modelo mais irreverente da Honda. E acaba de ser apresentado aos olhos da comunicação social de todo o Mundo, num palco onde se sente no seu habitat perfeito: o Autódromo do Estoril. Referimo-nos ao novo Civic Type-R (de Racing), que tivemos oportunidade de testar, num dia de chuva, em circuito, na versão "Naked" - que é como quem diz, despida de elementos desnecessários para a pista (rádio e altifalantes e faróis de nevoeiro; proposta por 33 700 euros) -; e na variante "Plus", nas estradas do Guincho, esta última já a pensar nos "mimos" do mercado, onde já está disponível a partir dos 37 000 euros.

O espírito do modelo nipónico mantém-se. E o público a que se destina, também: jovens com nervos de aço e com desejos de um desportivo "puro e duro".Na sua terceira geração, o Type-R conserva o motor de 2,0 litros i-VTEC, que foi apenas alvo de uma revisão, recorrendo, agora, a uma caixa manual de seis velocidades. A potência extraída deste bloco é de 201 cv às 7800 rpm, apresentando o mesmo um binário máximo de 193 Nm às 5600 rpm. Mas, ainda assim, e segundo dados do construtor, as prestações não foram alteradas, alcançando uma velocidade máxima de 235 km/h e cumprindo o tradicional arranque 0-100 km/h em meros 6,6 segundos.




Na sua terceira geração, o Type-R conserva o motor de 2,0 litros i-VTEC, que foi apenas alvo de uma revisão, recorrendo, agora, a uma caixa manual de seis velocidades. A potência extraída deste bloco é de 201 cv às 7800 rpm, apresentando o mesmo um binário máximo de 193 Nm às 5600 rpm. Mas, ainda assim, e segundo dados do construtor, as prestações não foram alteradas, alcançando uma velocidade máxima de 235 km/h e cumprindo o tradicional arranque 0-100 km/h em meros 6,6 segundos.

A primeira impressão dinâmica que registámos ao volante do Type-R foi positiva. Ainda que o tempo não jogasse a favor na nossa equipa, foi possível comprovar a resposta pronta e o fulgor deste bloco de 2,0 litros.


A suspensão foi rebaixada 15 mm e não acusa em demasia a dureza, tendo a via traseira sido alargada para criar um maior equilíbrio do conjunto. Ponto a sublinhar é ainda o trabalho efectuado ao nível da transmissão, notando-se as relações mais curtas e rápidas, o que muito beneficia em termos de prazer de condução. Para ajudar a lidar com os 201 cv, os engenheiros nipónicos dotaram o modelo de ABS com EBD e controlo de estabilidade. Tudo para compensar eventuais exageros...




Ser e parecer

O Type-R é um guerreiro. E pretende mostrá-lo logo à primeira vista. Disponível unicamente na carroçaria de três portas, exibe, nesta versão 2007, uma inovada secção traseira (que não esconde o parentesco com a versão de cinco portas), saias laterais, e jantes em liga leve de 18" com pneus de medida 225/40. Na frente, a grelha foi redesenhada e ostenta o logótipo com fundo vermelho e umas maiores entradas de ar.

E, se o exterior vinca bem a agressividade do modelo, o habitáculo não fica atrás. O ambiente é todo ele vermelho, graças à cor dos bancos em Alcântara, desportivos, subindo alguns patamares na qualidade, com a introdução de vários detalhes em alumínio no painel de instrumentos, nos pedais e no punho da caixa de velocidades.

A versão Plus possui uma lista de equipamento completa: oito airbags, computador de bordo, ar condicionado, sistema de navegação, rádio com leitor de mp3, sensor de chuva, além dos dispositivos de segurança activa já referidos. Além disso, a marca "gaba-se" de comercializar o desportivo compacto com a maior capacidade de bagageira (485 litros) do segmento, pois nem só de prestações se sobrevive no mercado.

Por Jorge Flores
MARÇO 2007


retirado de AutoMotor
Imagem Autogaleria

Mini Cooper vs. Peugeot 207 GT

PONTO DE PARTIDA

Não são verdadeiros desportivos, mas estão bem próximos. Mini Cooper e Peugeot 207 GT fazem a transição para as versões mais potentes.
De um lado, o histórico Mini Cooper de 1.6 litros atmosférico com 120 CV de potência. Renovado e com novos argumentos, este lendário modelo surge como uma porta de entrada no mundo dos verdadeiros desportivos, onde o “irmão” Cooper S (que ensaiámos na edição nº 304) está como peixe na água. Do outro lado, o Peugeot 207 GT, igualmente equipado com um motor de 1.6 litros, mas com turbo. Com uma forte herança desportiva (da qual fazem parte, por exemplo, o saudoso Peugeot 205 GTI ou o 206 WRC), esta nova versão do pequeno familiar francês assume-se como uma primeira abordagem da marca a uma área de acção onde, num futuro próximo, deverá reinar um ainda mais dotado 207 GTI. Na prática, ambos servem de entrada para um autêntico banquete. Resta saber qual deles abre mais o apetite para o prato principal.





Carroçaria
Escolas diferentes


Pertencentes a escolas diferentes, Mini Cooper e Peugeot 207 GT não se podem envergonhar da qualidade de construção patenteada. No entanto, não podemos deixar de dar vantagem ao modelo representado pela BMW, fruto do seu aspecto mais robusto e do maior cuidado na montagem e nos acabamentos. É claro que há sempre um reverso da medalha e toda a imagem irreverente e dinâmica acaba por penalizá-lo em termos aerodinâmicos, devido às formas quadradas e à maior superfície frontal.Também é de lamentar que a remodelação do novo Mini, com um acréscimo no comprimento e na largura, continue a defraudar as expectativas na altura de viajar e de arrumar a bagagem. Com 160 litros de capacidade da mala, o pequeno Cooper mais não transporta que uma “malinha” de viagem. Bem mais generoso, mas sem ser referencial, o 207 GT oferece uns mais aceitáveis 270 litros.Repete-se a supremacia francesa na segurança activa, onde o Peugeot junta ao obrigatório ABS com repartidor electrónico de travagem, a assistência à travagem de emergência e os controlos de estabilidade e de tracção. O Mini relega estes últimos para a vasta lista de opcionais.


Interior
Irreverência Mini

Basta entrarmos nos habitáculos para ficarmos rendidos ao desenho irreverente e diferente do Mini, que também tem melhores acabamentos e uma montagem quase sem falhas. Porém, só isso não chega, e mais uma vez o Cooper acaba por perder para o seu rival nos itens essenciais neste capítulo. Falamos, por exemplo, do espaço interior. Com um índice de habitabilidade de 9234 pontos, o 207 ganha clara vantagem sobre os muito limitados 9144 pontos do Mini. Contudo, é preciso referir que, tanto um como o outro estão longe de agradar. Basta referir que o Mini está abaixo, por exemplo, do Kia Picanto (9154 pontos) e o 207 pouco maior é que o seu irmão 107 (9204 pontos).Já no que concerne à segurança passiva são irrepreensíveis. Ambos contam de série com airbags dianteiros, laterais e de cortina. De igual modo, também tanto a ergonomia (no caso do Peugeot com bancos desportivos) como a visibilidade estão em bom plano. Com uma suspensão revista de forma a melhorar o conforto, o Mini não consegue ombrear com um rival que faz juz à tradição francesa e apresenta uma maior capacidade para filtrar as irregularidades da estrada. Uma sumpremacia que de estende à climatização, com o Peugeot a oferecer o ar condiocnado automático de série.

Mecânica
A mesma base

Resultado de uma parceria entre o grupo francês PSA e a BMW, os motores destes dois modelos partem da mesma base. Trata-se do novo bloco em alumínio de 1.6 litros de injecção directa a gasolina que, nestes intervenientes, é utilizado de forma distinta. Assim, o Mini opta por uma versão atmosférica de 120 CV, dotada do sistema de distribuição Valvetronic, que regula electronicamente a entrada de ar na câmara de combustão, abdicando da tradicional válvula tipo borboleta. Acoplado a uma caixa manual de seis velocidades com um engrenamento preciso, mas com um escalonamento longo, o Cooper é penalizado pelo facto de o binário de 160 Nm ser obtido somente acima das 4000 rpm, o que, por um lado, traz benefícios nos consumos, mas por outro, limita as prestações. Por sua vez, a Peugeot optou por introduzir um turbo de alta pressão que permite ao 207 GT oferecer uma potência de 150 CV e um binário de 240 Nm, constante entre as 1400 e as 3500 rpm. Um aposta certeira que se traduz num rendimento muito acima da média, como fica provado pela pressão média efectiva de 19,2 bar e pelo generoso índice de elasticidade. Só é de lamentar que a caixa manual, embora bem escalonada (mas irregular no manuseamento), seja de cinco velocidades.Alvos de alguns reajustamentos para beneficiar o comportamento, no caso do Peugeot, e o conforto, no caso do Mini, as suspensões cumprem a sua missão, havendo a realçar uma ligeira supremacia no esquema multilink traseiro, apresentado por este último.



Ao volante
Quase desportivos

Como já deve ter percebido, o Mini Cooper e o Peugeot 207 GT não são verdadeiros desportivos. Mas isso não impede que estejam bem próximos dessa característica em termos de comportamento.Uma carroçaria bem delineada em termos estruturais e um centro de gravidade baixo conferem ao Mini uma agilidade impressionante nos percursos sinuosos. A ajudar à festa surgem, ainda, uma direcção bastante directa e uma posição de condução baixa, a fazer-nos lembrar o desempenho de um kart. Mais racional mas não menos empolgante, o 207 GT recebeu algumas mexidas fulcrais ao nível da carroçaria – amortecedores mais duros e uma maior rigidez do eixo de torção traseiro – e uns pneus de maiores dimensões (jantes de 17 polegadas). Uma união feliz que nos permite enfrentar cada curva com um grande à vontade, sabendo de antemão que podemos, ainda, contar com a ajuda dos controlos de estabilidade e de tracção (não se desligam acima dos 50 km/h).Olhando para os números das nossas medições (ver tabela), depressa chegamos à conclusão de que a diferença de potência e a inclusão de um turbocompressor jogam claramente a favor do 207 em termos de prestações, principalmente no que diz respeito às recuperações. Última nota para os eficazes sistemas de travagem, ambos abaixo do valor referencial de 45 metros.

Economia
Preço da imagem

O Mini é provavelmente um dos melhores exemplos da máxima “a exclusividade paga-se”. Com um preço demasiado elevado face ao equipamento proposto, o Cooper acaba por fazer sentir a força do seu nome no excelente valor de retoma (a desvalorização ao fim de três anos ronda os 33 por cento, enquanto o Peugeot perde 55 por cento). De igual forma, as visitas à oficina são também mais suaves para a carteira do seu proprietário. Assim, resta ao 207 GT conformar-se com uma relação preço/ /equipamento bastante mais vantajosa. Quanto aos consumos, não há novidade. Ambos estão bem acima daquilo que as respectivas marcas anunciam, com destaque, pela negativa, para o Peugeot, que não consegue baixar dos nove litros




Conclusão turbo
207 MAIS PRÓXIMO


É incontestável que, para ser considerado desportivo, um carro deve brilhar em dois aspectos fundamentais, o motor e o comportamento. Assim sendo, o Peugeot 207 GT acaba por ser o que mais se aproxima deste espírito. Com a vantagem de oferecer uma melhor relação preço/equipamento e uma habitabilidade superior. Fazendo da imagem o seu porta-estandarte, o Mini é um carro de excessos. É irrepreensível em tudo o que tem a ver com o desempenho dinâmico ou com a qualidade de construção, mas noutros aspectos deixa muito a desejar, nomeadamente no preço, na habitabilidade ou nas prestações do motor de 1.6 litros.


Texto:Miguel Rodrigues
Fotografia:Adelino GonçalvesMetrologia:Miguel Gomes
Artigo publicado na Revista Turbo de Fevereiro de 2007

retirado de Turbo Online

Toyota Auris já tem preços


Toyota Auris já tem preços
O modelo inicia a sua comercialização no mercado nacional a 13 de Abril.
O Toyota Auris está prestes a iniciar a sua carreira comercial no mercado português. A sua comercialização terá início a 13 de Abril.Há escolha haverá quatro níveis de equipamento: Auris, Luna, Sol e Auris D-CAT. A última é a mais completa e está equipada com a motorização mais potente, o D-4D 2.2 de 177 cv.
Em Portugal, o Auris pode ser equipado com uma de cinco motorizações, duas a gasolina e três Diesel. A gasolina temos o 1.4 VVT-i com 97 cv e o novo 1.6 litros com duplo VVT-i a, que debita 124 cv. A gasóleo, as opções são o 2.2 D-4D de 177, o 2.0 D-4D de 126 cv e o 1.4 D.4D de 90 cv.

Os preços do novo Toyota Auris:

Auris - 3 portas:

Auris 3P 1.4 VVT-i 18.490
Auris 3P 1.4 VVT-i Luna 20.740
Auris 3P 1.4 VVT-i Sol 22.730
Auris 3P 1.6 Dual VVT-i Sol 26.110
Auris 3P 1.4 D-4D 20.575
Auris 3P 1.4 D-4D Luna 22.825
Auris 3P 1.4 D-4D Sol 24.815
Auris 3P 1.4 D-4D MM Sol 25.675
Auris 3P 2.0 D-4D Sol 32.25
Auris 3P 2.2 D-CAT 37.355


Auris - 5 portas :

Auris 5P 1.4 VVT-i 18.990
Auris 5P 1.4 VVT-i Luna 21.240
Auris 5P 1.4 VVT-i Sol 23.230
Auris 5P 1.6 Dual VVT-i Sol 26 26.610
Auris 5P 1.4 D-4D 21.075
Auris 5P 1.4 D-4D Luna 23.325
Auris 5P 1.4 D-4D Sol 25.315
Auris 5P 1.4 D-4D MM Sol 26.175

retirado de Autohoje

Imagem Autogaleria