O espírito do modelo nipónico mantém-se. E o público a que se destina, também: jovens com nervos de aço e com desejos de um desportivo "puro e duro".Na sua terceira geração, o Type-R conserva o motor de 2,0 litros i-VTEC, que foi apenas alvo de uma revisão, recorrendo, agora, a uma caixa manual de seis velocidades. A potência extraída deste bloco é de 201 cv às 7800 rpm, apresentando o mesmo um binário máximo de 193 Nm às 5600 rpm. Mas, ainda assim, e segundo dados do construtor, as prestações não foram alteradas, alcançando uma velocidade máxima de 235 km/h e cumprindo o tradicional arranque 0-100 km/h em meros 6,6 segundos.

Na sua terceira geração, o Type-R conserva o motor de 2,0 litros i-VTEC, que foi apenas alvo de uma revisão, recorrendo, agora, a uma caixa manual de seis velocidades. A potência extraída deste bloco é de 201 cv às 7800 rpm, apresentando o mesmo um binário máximo de 193 Nm às 5600 rpm. Mas, ainda assim, e segundo dados do construtor, as prestações não foram alteradas, alcançando uma velocidade máxima de 235 km/h e cumprindo o tradicional arranque 0-100 km/h em meros 6,6 segundos.
A primeira impressão dinâmica que registámos ao volante do Type-R foi positiva. Ainda que o tempo não jogasse a favor na nossa equipa, foi possível comprovar a resposta pronta e o fulgor deste bloco de 2,0 litros.
A suspensão foi rebaixada 15 mm e não acusa em demasia a dureza, tendo a via traseira sido alargada para criar um maior equilíbrio do conjunto. Ponto a sublinhar é ainda o trabalho efectuado ao nível da transmissão, notando-se as relações mais curtas e rápidas, o que muito beneficia em termos de prazer de condução. Para ajudar a lidar com os 201 cv, os engenheiros nipónicos dotaram o modelo de ABS com EBD e controlo de estabilidade. Tudo para compensar eventuais exageros...

Ser e parecer
O Type-R é um guerreiro. E pretende mostrá-lo logo à primeira vista. Disponível unicamente na carroçaria de três portas, exibe, nesta versão 2007, uma inovada secção traseira (que não esconde o parentesco com a versão de cinco portas), saias laterais, e jantes em liga leve de 18" com pneus de medida 225/40. Na frente, a grelha foi redesenhada e ostenta o logótipo com fundo vermelho e umas maiores entradas de ar.
E, se o exterior vinca bem a agressividade do modelo, o habitáculo não fica atrás. O ambiente é todo ele vermelho, graças à cor dos bancos em Alcântara, desportivos, subindo alguns patamares na qualidade, com a introdução de vários detalhes em alumínio no painel de instrumentos, nos pedais e no punho da caixa de velocidades.
A versão Plus possui uma lista de equipamento completa: oito airbags, computador de bordo, ar condicionado, sistema de navegação, rádio com leitor de mp3, sensor de chuva, além dos dispositivos de segurança activa já referidos. Além disso, a marca "gaba-se" de comercializar o desportivo compacto com a maior capacidade de bagageira (485 litros) do segmento, pois nem só de prestações se sobrevive no mercado.
Por Jorge Flores
MARÇO 2007
retirado de AutoMotor
Imagem Autogaleria

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